29 de mai. de 2009

Sukemarantus

Saudações Amigos Leitores,


Conforme prometi no Post da ilustração do Ethan GhostSlayer, venho trazer a vocês a imagem que tem rondado minha mente no último ano.
Explico: este, que é o responsável por tudo de ruim que Iallanara já passou, é o foco do livro "Senhor das Sombras", continuação de Filhos de Galagah que já está nas mãos da Editora Idea.

Este é um dos personagens que considero como uma encarnação da corrupção. Um ser de extremo poder, que governa o Plano das Sombras, e diverte-se em nosso mundo através do sofrimento de outros seres.
Falar sobre ele, sua criação, seu plano para Iallanara ou mesmo seu futuro, seria estragar surpresas do livro 2.

Seus segredos moram em minha cabeça e, parte deles, agora também residem na mente criativa do Licínio, que precisou conhecer detalhes deste ser cruel para poder exprimir em cores e formas a maldade que sufoca, pouco a pouco, as pessoas de bem.
Sem mais demoras, com o traço de Licínio Souza, eu lhes trago em primeira mão uma das ilustrações que mais gostei de realizar, Sukemarantus:
Aconselho clicar nela, para que vejam os detalhes.


Abaixo, segue a ilustração completa:


É isso! O trabalho não para. Mais ilustrações virão por aí, para tornar um pouco mais real este mundo pelo qual sou fanático.


Em breve trarei notícias sobre o outro desenho em produção: Melatander vs Geska, uma cena do segundo livro, mas que promete!

Comentem, Divulguem!
Grande Abraço!

Leandro Reis

Mensagens de Leitores


Saudações Amigos leitores!

...Troco e-mails, posts e scraps diariamente e, sempre que o cansaço do dia de trabalho ganha força, coincidentemente recebo um comentário inspirador sobre o livro. Eles vem de desconhecidos, colegas escritores, colegas leitores e amigos próximos, isso quando minha mãe não dá as caras nos blogs alheios. ehehehe.
...De qualquer modo, independente da fonte, tais comentários me inspiram. Tenho feito o máximo para responder e agradecer cada um deles.
...
...Hoje tive a idéia de reuni-los aqui no blog, passando à frente esta energia revigorante para compartilhar este carinho. Infelizmente não tenho o histórico de todos, mas fiz um apanhado para iniciarmos. Abaixo seguem alguns trechos de comentários que me enviaram ou fizeram pela Net.

Ricardo, Leitor:
"Meu nome é Ricardo. Sempre gostei filmes, e literatura fantástica, por esse motivo tenho hábito de freqüentar livrarias procurando algo que me chame a atenção. Quando me deparei com seu livro, confesso que as primeiras páginas já me fizeram sentir uma vontade muito grande de absorver aquele conteúdo dinâmico e com uma riqueza de detalhes incrível, por fim acabei por adquirir um exemplar de “Filhos de Galagah” que sem dúvida é um dos melhores livros que já tive a oportunidade de ler. Mas ainda precisamos salvar o príncipe das garras de Enelock, encontrar as outras duas crianças, ajudar Iallanara Nindra a se libertar do domínio de Sukemarantus e muitas outras coisas, portanto mãos a obra Leandro, pois estou ansioso por mais uma obra sua.
Parabéns, obrigado e por favor mantenha-me informado de possíveis novidades."

Sir Léo Gardem, criador da lista Ordem do Dragão Dourado:
"Ontem terminei de ler o livro e não pude deixar de passar aqui para recomendar fortemente que todos que gostam de literatura fantástica (e os que não gostam também) leiam esse livro. Não só porque foi escrito por um amigo nosso, porque eu não recomendaria se não fosse realmente bom. É um livro envolvente, com uma estória muito boa, personagens muito carismáticos e complexos e uma narrativa que nos dá vontade de não parar de ler, o que me fez, por várias vezes, quase perder o ponto do ônibus. :) Se tem um problema que mereça registro, cito apenas a grande vontade de ler a continuação da estória quando o livro acaba (quando sai o segundo livro?), de saber como será a continuação da saga de Galatea, a Campeã Sagrada, Iallanara, a Bruxa Vermelha, Gawyn, o espadachim brincalhão, Sephiros, o elfo-mago, e Ethan, tutor e guardião de Galatea. Parabéns, Radrak. Saiba que você me deu até vontade de retomar um dos meus incontáveis projetos adormecidos: terminar de escrever a saga da Lenda de Minelfort (link pra quem não conhece: http://morgdan.wikidot.com/a-lenda-de-minelfort). Além disso, pode me considerar mais um fã, mais um interessado por Grinmelken e suas histórias. Por isso, vou fazer algo que já devia ter feito: colocar um link, no site da ordem, para o seu site (www.grinmelken.com.br) e divulgá-lo da melhor forma que puder."

Clinton Davidson, Autor de Hegemonia:
"Estou lendo agora Filhos de Galagah do Leandro Reis. Detesto com fé essa fantasia RPG que fazem no Brasil, sem um pingo de originalidade. Por isso peguei o livro para ler mais pela simpatia do autor do que por interesse na história que não me pareceu muito original.
Estou na página 100. Minhas impressões: 1. lugar. Leandro Reis sabe escrever e bem. Isso faz uma diferença danada. Então a leitura está sendo um prazer. 2. lugar. O autor é daqueles que gostam de descrever em detalhes o rosto de todo mundo, os objetos, as roupas, os bichos, tudo, mas faz isso sem ser chato. Tá, tem horas que enche o saco saber dos adornos de cada armadura, mas ele faz isso com tanta competência que não dá para reclamar. 3. lugar. Apesar dos clichês de fantasia tradicional, Leandro sabe mudar detalhezinhos que definitivamente reavivam o interesse, como o fato da protagonista ser uma mulher e não um-jovem-que-quer-reconhecimento-na-vida. Outro exemplo, quando eu já estava começando a desanimar entram em cena... VAMPIROS COM ESPADA NA MÃO. Eu gritei: DUCARAÍ! Lendo o livro. Coisa que não fazia desde que Octávio Aragão enfiou ZUMBIS CANIBAIS NAZISTAS na Mão que cria.
Enfim, até agora é um livro honestíssimo (é fantasia de RPG sim, algum problema?) e escrito com competência. Aguardem resenha raivosa se o autor estragar tudo daqui para frente, mas por enquanto estou aplaudindo de pé."

Vivian Varandas Cardoso, Leitora e Artesã:
"Estou amando... como é rico em detalhes... a cada parágrafo a cena vem nítida em minha mente, é como se estivesse lá na hora das batalhas com os mortos-vivos, ou até mesmo qdo a luz q irradia das espadas dos guardiões, pudesse ofuscar minha visão....
Já vou p/ o capítulo 5 - O príncipe Thomas (quase 70 páginas em dois dias)..
Como a leitura é preciosa em nossas vidas, além q ampliar nosso vocabulário, nos faz viajar sem sair do lugar... explorar o inimaginável... Qta criatividade para dar nome aos personagens e aos lugares.... Não vejo a hora d terminar, mas ao mesmo tempo, sei q vai dar saudades, pois acabamos nos apegando aos personagens.....
Fico imaginando como seria o filme... já pensou? é uma possibilidade, hein!?!?!??"

Alexandre Luis dos Santos, Leitor:
"Bom dia Leandro. Eu ganhei seu livro de um amigo e gostei muito. Parabéns pelo seu trabalho e já vou falando que estou esperando os próximos. Tenha um bom dia."

Bruna, irmã da minha cunhada Bia:
"Adorei o livro... me apaixonei pelo Gawyn, se eu fosse a Iallanara eu casava com ele... porque ele é L-I-N-D-O E M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-!-!-!"

Bia, minha cunhada:
"Confesso que minha leitura começou pela curiosidade de saber o que era Galagah e quem eram seu filhos, a leitura começou e não soltei mais o livro até devorá-lo inteiro.
É uma história fabulosa, o enredo te prende de tal maneira que você participa das ansiedades e angústias de cada personagem, e sem perceber se apega a todos eles de certa forma."

Márson Alquati, Autor de Ethernyt, A guerra dos anjos:
"Excelente livro de aventura no melhor estilo Tolkien. O que mais me atraiu foi a intensidade e os conflitos psicológicos dos personagens, além dos cenários e cenas de ação e suspense maravilhosamente descritos! Vale a pena ler."


Conforme eu receber ou encontrar mais comentários, vou postando por aqui.

Grande Abraço a todos!



26 de mai. de 2009

Livro: O Vampiro da Mata Atlântica.


...Saudações amigos Leitores!


...Quando conversei com a Martha, e vi sua proposta de livro achei o máximo. Seu slogam, algo como "Este vampiro você não irá querer namorar...", já demostra o tom do livro que, admito, estou ansioso para conferir.
...Para o pessoal que me acompanha de perto, vai uma revelação: meu primeiro livro escrito foi sobre vampiros. Chamava-se "A escuridão te observa", mas está engavetado e não deve sair de lá.

...Segue o Release da obra, para que vocês possam conhecer o trabalho desta colega de editora:


O VAMPIRO DA MATA ATLÂNTICA
de Martha Argel



Dois jovens cientistas, Xavier Damasceno e Júlio Levereaux, são contratados para avaliar a biodiversidade de uma área a ser preservada, situada na região do Alto Ribeira, sul do estado de São Paulo.

Depois de uma viagem difícil, chegam ao local e ficam fascinados com a beleza da floresta e o excelente estado de conservação do ambiente. As descobertas se sucedem, mas uma delas não é nada do que esperavam. Daí em diante, eles vão ter que se esforçar muito para conseguirem ficar vivos!




Sobre o Livro

O Vampiro da Mata Atlântica traz todos os ingredientes de uma boa aventura na selva: os heróis destemidos e idealistas, a floresta exuberante, uma sucessão de fatos emocionantes e, especialmente, um vilão feroz, assustador e cruel.

Não fosse suficiente, tem uma qualidade que o torna único. Ao narrar as descobertas e os perigos vividos por dois jovens cientistas na floresta tropical da Serra do Mar, ele traz, como pano de fundo, um retrato fiel do dia a dia dos pesquisadores brasileiros em campo e de como é gerado o conhecimento sobre nosso ambiente.

Recheado de informações sobre a Mata Atlântica, sua biodiversidade e os perigos que enfrenta, este livro destaca-se pelo modo como combinam, de modo hábil, a ficção e a realidade. Embora abundante, a informação científica não aparece de forma gratuita ou maçante. A Mata Atlântica, com todas as características que vão sendo descritas ao longo do livro, tem um papel importantíssimo em toda a trama, e é sem dúvida um personagem tão destacado quanto os dois biólogos e o monstro que os ameaça.

Nascido da vivência de quase 30 anos de Martha Argel em seu trabalho como ornitóloga e ecóloga, O Vampiro da Mata Atlântica revela uma certa tonalidade autobiográfica. Isso porque em suas páginas aparecem inúmeras situações reais, vividas de verdade pela autora e por seus colegas cientistas.

Para tornar o livro ainda mais especial, ao final foi incluído um apêndice com informações adicionais sobre a Mata Atlântica, espécies animais citadas no texto e outros assuntos de interesse, além de sugestões de leitura e a bibliografia usada.

A Mata Atlântica, uma das áreas mais ricas em espécies no mundo é um patrimônio de todos. Entendê-la e aprender como enfrentar os perigos que a ameaçam, é, mais que um dever, um direito de todos aqueles que se importam com a sobrevivência da Vida no planeta Terra. E isso nada mais é do que o exercício da cidadania.

Os personagens

Xavier Damasceno é um jovem ornitólogo (especialista no estudo das aves) que batalhou muito para romper a barreira do racismo informal brasileiro, e agora está terminando sua dissertação de mestrado sobre a mais magnífica das aves brasileiras: a espetacular harpia, ou gavião-real. E é por causa de sua paixão científica que acaba se metendo na mais assustadora experiência que já enfrentou.
Júlio Levereaux é um mastozoólogo, ou seja, especialista em mamíferos. Além de ser um excelente pesquisador, com uma energia e um conhecimento impressionantes, é um safado oportunista e folgado. Mas uma coisa deve ficar clara: embora tenha sido dele a desastrosa idéia da excursão às matas do Alto Ribeira, ele não teve culpa alguma pelos acontecimentos horríveis que se desenrolaram.

O Vampiro. Dizem que ele mora lá pros lados da Saripoca. Andou matando gente. Hoje a vila está abandonada, fugiu todo mundo por causa dessa assombração horrorosa. Vocês querem passar a noite lá? Isso é coisa de maluco!

A Mata Atlântica é o sonho de consumo de qualquer zoólogo de campo. Uma das mais exuberantes florestas do mundo, uma das maiores biodiversidades, mas também um dos lugares com maior número de espécies ameaçadas de extinção. Será que o horrendo vampiro que habita a Saripoca é o maior vilão da Mata Atlântica?

A autora

Martha Argel é bióloga pela Universidade de São Paulo e doutora em Ecologia pela Universidade de Campinas. Especialista em aves, por muitos anos dedicou-se à pesquisa científica, alcançando papel de destaque na ornitologia brasileira. Trabalhou por mais de duas décadas em consultoria ambiental, atuando tanto em trabalhos de campo como na coordenação de grandes estudos. Mantém na internet importantes listas de discussão, como OrnitoBr e Birdwatching Brasil, voltadas para o estudo das aves, e MastozooBr, sobre mamíferos.

Além de vários artigos técnicos e científicos, publicou livros de divulgação como Voando pelo Brasil (Cuca Fresca Edições, 2005) e Maravilhas do Brasil: Aves (Escrituras, 2005). Recentemente adaptou para o Brasil a obra Ecoguia: Guia Ecológico de A a Z (Landy Editora, 2008) da Fundação Nicolas Hulot. Atualmente coordena a produção de um guia de campo para as aves do Brasil, pela Wildlife Conservation Society do Brasil.

Como escritora de literatura fantástica, é uma das autoras mais respeitadas do Brasil. Publicou, entre outros, o romance Relações de Sangue (Novo Século, 2002) e as coletâneas O Vampiro de Cada Um (edição da autora, 2003) e O Livro dos Contos Enfeitiçados (Landy Editora, 2006). Participou de antologias, como Amor Vampiro (Giz Editorial, 2008) e O Livro Vermelho dos Vampiros (Devir, no prelo) Seu lançamento mais recente é O Vampiro Antes de Drácula (Editora Aleph, 2008), que coordenou junto com Humberto Moura Neto e traz uma análise crítica da evolução do vampiro na literatura ocidental.

No momento, Martha divide seu tempo entre São Paulo e Rio de Janeiro, e não consegue se decidir de qual cidade gosta mais. Para saber mais sobre sua atuação literária e científica, visite www.marthaargel.com.br.


O Vampiro da Mata Atlântica, de Martha Argel
(Trecho do livro)


Era noite — ele sabia que era noite — mas por que ele podia ver a floresta com tanta clareza, como se o sol estivesse brilhando alto no céu? Por que o ar estava tão cheio de ruídos e de cheiros? Ele ouvia pequenos animais, ratos silvestres talvez, andando pelo chão da floresta, ouvia até suas respirações e os corações minúsculos batendo rápido em seus corpos. A brisa quase inexistente trouxe um cheiro de bicho do mato, e ele soube com surpreendente certeza que uma jaguatirica trotava por um carreiro a uns bons duzentos passos de distância.
E ele se sentia mais forte, mais cheio de energia do que nunca.
Não, ele não estava morto.
Ou estava? De repente lhe ocorreu que já tinha ouvido histórias demais sobre assombrações e mortos-vivos para que não houvesse uma gota de verdade por trás delas.
Passando os dedos sobre o sangue seco — seu sangue — que cobria a barriga intacta, ele teve a certeza de que morrera naquela emboscada, e que voltara como algo do outro mundo. Algo capaz de encher de terror a alma das pessoas.
Ficou algum tempo matutando sobre aquilo, até que um espasmo súbito, violento, contraiu-lhe o estômago. Curvando-se, ele apertou as mãos contra a barriga, num esforço vão de atenuar a dor.
Fome. Uma fome implacável.
Um instinto recém-despertado disse-lhe exatamente o que precisava para saciá-la. E onde fazer isso.
Ele pegou a trilha de volta para o bairro do Alto dos Lacerdas. A espingarda Boito ficou esquecida no fundo da cova. Não era a carne de paca, tenra e saborosa, que ia satisfazer seu apetite a partir de agora.

Sobre a Idea Editora

A paixão por livros, inclusive pela produção editorial, fabricação e distribuição, fez Rodrigo Coube, então sócio e Diretor da Tilibra, abrir a Idea como sendo um negócio paralelo em agosto de 2000. Todavia somente em 2006, é que o Editor e Presidente da Idea assumiu completamente a direção da empresa.
A partir daí a empresa, que antes estava mais focada em literatura infantil, começou a fortalecer seu catálogo, agora com foco maior em literatura fantástica, auto–ajuda e literatura juvenil. A Idea também atua como distribuidor, com foco no interior de São Paulo, sul de Minas e grandes redes de livrarias. Com isso, a empresa mais que triplicou seu faturamento nos últimos dois anos.
“Nosso catálogo está melhorando. Na literatura fantástica, a vinda da Martha Argel com este livro muito interessante (“O Vampiro da Mata Atlântica”) é um reforço enorme, de qualidade e que trará muitos ganhos em todos os sentidos para nossos leitores, clientes e por conseqüência, para nós todos. Estou muito contente”.
Para obter maiores informações da Idea acesse o site
www.ideaeditora.com.br. Lá poderão ser encontrados a Missão, os Valores e também o restante do catálogo e informações sobre a distribuição dos livros.

O Vampiro da Mata Atlântica, de Martha Argel
Lançamento: maio de 2009
Idea Editora (www.ideaeditora.com.br)
Capa: Billy Argel (http://billyargel.blogspot.com)
Acompanhe as notícias sobre o lançamento: http://vampirapaulistana.blogspot.com/


Ficha Técnica

Título: O Vampiro da Mata Atlântica
Autora: Martha Argel
ISBN: 978-85-88121-23-2
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 176
Preço: R$ 36,90

24 de mai. de 2009

Prêmios da Comunidade

Saudações Amigos Leitores!

Hoje minha esposa, a artesã Priscila Cunha, fez a tão esperada "bonequinha da Iallanara". Explico: Em uma das promoções da comunidade do Orkut, a leitora Bia, por acaso minha cunhada, levou este prêmio e aguardava ansiosamente. A promoção era simples: O Post de número 150 em um dado tópico levava a boneca.

A foto do objeto de cobiça das meninas da comunidade segue abaixo:


Não é a primeira vez que um personagem do livro ganha seu equivalente em feltro pelas mãos da Pri. A primeira, foi a princesa Galatea Goldshine, que premiou a Adriana, escritora que conheci na comunidade "Escritores de Fantasia".

Olha a Campeã Sagrada aí, sem armadura, em um momento relax:



Para encerrar, outro premiado do Orkut, na promoção dos Posts, foi o amigo Francisco Moura. Que levou a miniatura caricata, em biscuit, do poderoso e mal humorado dragão de aço, Melatander. Esta miniatura, por sua vez, é fruto do trabalho do casal Camila e Marcelo .

Olha o rapaz aí:


Bem, mais peças e promoções virão. Alias, aceito indicações para os próximos personagens a serem criados e sorteados.

Falando em promoções, a atual está acontecendo no blog Criando Trestálios, onde ao responder a pergunta feita no trailer de Filhos de Galagah, você concorre ao sorteio de um exemplar do livro.

Para quem ainda não está na nossa comunidade do Orkut, é só clicar AQUI e se inscrever. Vou adorar ver mais amigos por lá.

Grande Abraço!

Leandro Reis

20 de mai. de 2009

Duas Novas Entrevistas no Ar!

Saudações amigos leitores!

..... Escrevo para divulgar duas entrevistas minhas que foram ao ar nesta semana.

.....O interessante é que ambas deveriam ter sido feitas há algum tempo e por caprichos do destino se atrasaram.
..... Esta semana ambas foram retomadas e seus resultados foram bem interessantes. Com perguntas que deram realmente satisfação em responder.
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..... A primeira a sair foi do blog Criando Testrálios, do site O mundo de Harry Potter.
.....Uma entrevista curta, mas muito legal.
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..... A segunda foi pelo site Letra Doce, da escritora Juliana Galliacchio Valerio. Por acaso, autora de uma das resenhas de Filhos de Galagah que mais gostei. Suas perguntas me fizeram ficar na frente do computador até tarde.
.
..... Aconselho que não fiquem somente na entrevista. Ambos os sites tem conteúdos fantásticos e vale a pena gastar um pouquinho de tempo em meio às poesias da Juliana, ou aos comentários do CT (Criando Testrálios.)


Grande Abraço!

Leandro Reis

17 de mai. de 2009

Ilustração: Ethan

Saudações amigos leitores,

Há pouco tempo atualizei o site com a ficha que carrega a história do misterioso Ethan Ghostslayer. Este homem é uma peça chave na minha crônica, onde torna-se responsável por guiar e proteger a protagonista Galatea, logo após ela ser ordenada uma Guardiã da Vida. Sua história e mistérios, porém, são de muito antes da moça nascer, dignas de um livro só para ele.

Sem dúvida ele merecia tornar-se real pelas mãos talentosas de Licínio Souza e o resultado me agradou muito. Como sempre, meu amigo desenhista, capturou a imagem da minha cabeça e a colocou no computador. Espero que este entrosamento continue por muito tempo.

Confira você mesmo o resultado deste trabalho:




















Todos os direitos reservados.



Na minha opinião a técnica utilizada gerou um resultado vistoso e peculiar, por isso esta ilustração será base para vários outros personagens que ainda serão expostos.

Em breve colocarei aqui a imagem do sinistro Sukemarantus. O odiado tutor da bruxa Vermelha, Iallanara Nindra.

No mais, se quiserem ver outros personagens e as ilustrações que já foram feitas, basta ir na seção Personagens, e escolher o seu favorito.

Grande Abraço!

Leandro Reis

13 de mai. de 2009

Mudança do Blog - Recomeço

Saudações amigos leitores!


Como eu havia comentado anteriormente, decidi mudar de blog por motivos de aparência e ferramentas. O blog antigo era bem limitado e, apesar de ter me afeiçoado aos comentários que lá estavam, achei melhor realizar a mudança.

Este novo Blog vem em um momento oportuno, sendo ele um presente para Grinmelken que completou um ano de Postagens. Pois é... Já faz um ano que comecei esta jornada profissionalmente. E alguns de vocês mantêm-se firmes lendo as novidades que trago deste mundo que tanto estimo. Como sempre: Meus sinceros agradecimentos.

Os posts antigos de maior importância foram trazidos para cá, infelizmente seus comentários serão perdidos (O que não impede que vocês façam novos!). Outros posts foram deixados para trás, em especial os que contavam apenas novidades e atualizações do site.

Com este blog eu planejo ser mais ativo, trazendo mais novidades, mostrando progressos dos desenhos e comentando sobre o progresso dos meus trabalhos.
Acredito que será interessante, então aconselho que fiquem de olho e comentem sempre que puderem!

Um grande Abraço!

Leandro Reis
ps.: Não esqueçam de mudar o endereço do site!

Livro 2 - Senhor das Sombras

(Post importado. Data: 05/08/2008)

Saudações amigos leitores!


Hoje é um dia especial!
Sinto o peito cheio de alegria e a cabeça leve com idéias recentes. Tudo isto por ter chegado ao “fim” de mais um trabalho: O segundo volume de Filhos de Galagah, o livro intitulado “O Senhor das Sombras”. Ainda há muito o que fazer nesta obra, pois a revisão já provou ser um fardo bem pesado. Mesmo assim, a essência, a aventura e todo meu carinho já estão lá, expressos em palavras inspiradas. A história já é real e meus amigos, heróis daquele mundo, adquiriram mais experiência e estão agora, mais próximos de seus objetivos.

Devo dizer que fiquei muito feliz com este volume, pois me proporcionou bons momentos neste mundo que gosto tanto, chamado Grinmelken. Espero ter passado meus sentimentos em cada capítulo e, assim, poder transferir a experiência que tive, a vocês.
É um livro mais sombrio que o primeiro, mas que não perde nenhum dos elementos costumeiros. Como um pai coruja, agora só me resta aguardar e ouvir as respostas e conselhos daqueles que leram o primeiro e estão automaticamente escolhidos para ler este segundo.


Vida longa à Grinmelken.

Grande Abraço!


Leandro Reis

Lançamento de Filhos de Galagah

(Post importado. Data: 14/12/2008)

Saudações amigos leitores!

Não vou dizer que foi algo fácil. Várias lutas, sacrifícios e esforços foram realizados para chegar neste ponto. Este evento, para mim, parece ter começado em Outubro, quando assinei contrato com a editora Idea. A corrida havia se iniciado.

Acompanhei de perto, passo a passo da produção do livro. Junto da excelente equipe da idea, mais meu amigo e desenhista Licínio, o trabalho foi duro. Mas, no final, ao receber o livro em casa, 26 horas antes do lançamento, eu tive um bom pressentimento. Ao pegar o sonho materializado e correr os dedos em suas páginas, eu soube que tudo daria certo.

Nas últimas 24 horas antes do lançamento, eu não parei. Buscando coisas, levando coisas, preparando, organizando, ligando. Um sufoco pelo qual passei sorrindo.
Conseguimos que uma pequena chamada saísse no jornal regional de maior circulação no dia do evento (Carol, Eloá e o pessoal do ICBEU, obrigado).

O auditório onde seria o lançamento, não estava disponível, mas o ICBEU nos concedeu o salão de convivência, maior e melhor. Surgiu um problema, pois não havia som no local, item que Erineu, o rapaz que me alugou um datashow resolveu de imediato.

E finalmente, duas horas antes do evento, consegui parar um pouco e me preparar. Tudo estava pronto, bastava aproveitar o momento.


Meia hora antes do evento, eu e minha esposa já estávamos lá. E alguns amigos já chegavam, querendo ajudar, querendo ver o livro impresso. Querendo tocar o sonho que se materializou.

O relógio, cruel, correu rápido. E entre exibições do trailer e de imagens que preparei, conversas e abraços, o lugar ficou cheio. Amigos que há muito, não via, parentes e pessoas que não conhecia. Todos unidos para prestigiar o sonho. Todos curiosos pela chave (o livro) que abriria o portal para um mundo que, com tanto afinco, eu dizia ser fantástico.

Então sentei finalmente e cliquei a caneta para que pudesse usá-la. E uma fila de pessoas sorridentes se formou, de olhares curiosos e orgulhosos, aguardando por algumas palavras minhas, as primeiras que leriam naquele exemplar.

Recebi um a um, sentia-me em casa, entre amigos. Uma mensagem diferente para cada pessoa, vinda do coração e improviso, e admito, não lembro de metade do que escrevi. Mas não importa, pois vieram da alma.

Na primeira folga, levantei-me para homenagear as pessoas que me inspiraram e orientaram. Palavras ditas com alegria, em meio a brincadeiras e coisas sérias. E vinham, de tempos em tempos, os aplausos, que pareciam ecoar pelo salão, deixando os olhos brilhantes e a garganta seca.

E, de repente, o primeiro abraço de despedida veio. Só então olhei para o relógio e vi que a noite já se preparava para acabar. Foram mais alguns autógrafos, outros abraços e o fim aconteceu. A missão estava cumprida. O primeiro passo havia sido dado.

A todos vocês que deram as mãos em uma corrente de bons pensamentos, e torceram por mim, seja naquele evento mágico, seja distante, meus sinceros agradecimentos.

A vocês que atravessaram o portal junto comigo e, agora, caminham nas terras fantásticas de Grinmelken, sejam bem vindos.

Eu prometo que mais histórias serão registradas e que vocês poderão adentrar este mundo mais vezes.


Um Grande Abraço a todos!

Leandro Reis

RECOMPENSA

(Post importado. Data: 26/10/2008)

Saudações,

Quando iniciamos um projeto, visamos algo. Olhamos além e imaginamos seu resultado. Formamos, em nossas mentes, uma expectativa que passamos a desejar. E então o sonho surge e nós, mesmo nos julgando ingênuos, começamos a lutar para que ele se concretize.

Como em todo projeto, o livro “Filhos de Galagah” começou com conversas e uma inspiração momentânea. A história já estava pronta, admito, mas trancada em minha cabeça, como várias outras.

E um capítulo foi escrito. Depois outro, e mais outro. Um grande amigo, passou a lê-los, capítulo a capítulo, opinando severamente, como poucos amigos tem coragem de fazer. Era o chicote me obrigando a melhorar. Por outro lado, minha esposa emocionava-se com as palavras escritas e tratava de erguer minha moral, fazendo-se de apoio quando eu precisava. E quando percebemos, ele estava pronto. Eu havia escrito um livro.

O objetivo, o sonho, era levar aquela história ao mundo. Muito se passou e muitas pessoas colaboraram, cada um do seu jeito, cada qual com seu valor e um protótipo surgiu. Deixei meu livro, meu sonho, nas mãos de conhecidos e desconhecidos. Pessoas dispostas a ajudar sem esperar algo em troca. Deixei com eles este “portal” para minha mente, e pedi uma única coisa: Que fossem sinceros.

Aos que leram e apresentaram suas criticas, eu só tenho a agradecer. Vocês me ajudaram a construir esta obra. Enfim, comecei o árduo processo de contato com as Editoras. As expectativas eram baixas e os depoimentos dos amigos escritores, que o mesmo faziam, não me animava.

Mas, um navio surgiu no horizonte, comandado por um navegador de mares bravios de nome Cláudio Villa. Encontrei seu diário e ele, narrava sua jornada árdua pelo caminho que eu queria trilhar. E isso me orientou. Uma bússola valiosa, em um mar agitado, que engole muitos, dia após dia. Eu muito devo a este marinheiro.

Também encontrei, por meio de um livro na minha própria estante, a guardiã de uma caverna de cristais, cheia de conhecimento, boa vontade e simpatia. Seu nome era Helena Gomes (E Helena significa luz, já sabia eu, que tinha uma personagem com mesmo nome em meu livro), e quando respondeu meu e-mail, uma amizade começou. Sua luz também me guiou, me incentivando, auxiliando e, às vezes, corrigindo. Mas seu maior feito foi me apresentar a animada Carminha. Muito devo a esta grande amiga que, sem conhecer-me, estendeu a mão e me puxou para um caminho que levaria ao que tenho a contar hoje.

Chegamos até a Carminha, grande moça que desconheço o rosto, exceto pela imagem de amazona que seu MSN exibe. E ela, sem pretensão, deixou meu original com o Sr. Rodrigo Coube, diretor da Idea editora.

Foram meses de espera. Uma sensação que me lembrou a subida lenta de uma montanha russa. E veio sua resposta. POSITIVA. E o sonho tornou-se real. O objetivo alcançado. A recompensa foi dada. Fruto de anos de esforço, materializando-se em folhas de papel.

Hoje acordo e me vejo no meio da montanha russa. Veloz como um raio, rumando para o dia derradeiro, em que o livro estará nas livrarias e eu poderei sorrir satisfeito, ao ver que muitos poderão desfrutar daquele sonho, daquela história que escrevi com tanto carinho.

Em dezembro, meus amigos… Em dezembro, vocês poderão conhecer a história da inabalável Galatea, da misteriosa Iallanara, do valente Sephiros e do irrepreensível Gawyn.

Eu os convido a comemorar esta saborosa recompensa comigo. E a torcer por seu sucesso e continuidade.

Grande Abraço!

Leandro “Radrak”

Capa de Filhos de Galagah

(Post importado. Data: 13/11/2008)
Saudações amigos leitores,

Sei que tenho andado um pouco afastado do blog e do site. Confesso: Estou morrendo de vontade de colocar dois contos no papel e de descrever alguns itens mágicos, como a Adaga de Iallanara e a espada do próprio Enelock.

Mas como anunciei no último post, meu livro será publicado. Por isso, minhas últimas semanas estão sendo muito corridas. Tenho trabalhado muito para deixar o melhor trabalho possível para vocês. Revisões, formatações, escolhas de ilustrações, divulgação, etc. Tudo para que Grinmelken estréie com o pé direito neste fim de ano.

Ainda voltarei ao blog para dizer a data do lançamento, os lugares onde comprar e, principalmente para descrever como o evento de lançamento aconteceu.

Por hora, trago a vocês algo que fez meus olhos marejarem: A capa de Filhos de Galagah.

Desenhada e idealizada por Licínio Souza (”http://liciniosouza.deviantart.com/gallery”), ela transmite exatamente o que quero. A imagem foi batizada de “Destino de Galatea” e eu abracei a idéia. Este trabalho também é fruto do esforço da equipe da editora Idea, que opinou sobre cada milímetro. Meus agradecimentos à Maria do Carmo, Rodrigo Coube e Glauco.

Quero lançar uma brincadeira aqui no blog e conto com a ajuda de cada visitante: Olhem a capa por alguns segundos, vejam os detalhes e, depois, deixem o comentário dizendo o que ela transmitiu a vocês!

Eu adorarei saber o que cada um sente ao ver o trabalho deste amigo meu, que está se dedicando muito a este projeto (Ele e o grande Valdez! Desenhista dos personagens principais).

O livro também terá algumas ilustrações interessantes, abrindo cada capítulo. Mas estes eu deixo para vocês apreciarem nas edições impressas.

Chega de escrever. Amigos, eu vos apresento a Capa de Filhos de Galagah!


Grande Abraço!

Leandro Reis

Lançamento em Santos - FdG

(Post importado. Data: 27/02/2009)
Saudações,

Eu nunca havia ido para Santos e região. Mas algumas coincidências ocorreram e um evento de lançamento por lá me pareceu uma boa ideia. E eu estava certo.

Estive na cidade por dois dias e meio, hospedado bem próximo à Praça da Independência. Tal região, local de comércio, bares e da aconchegante livraria Realejo, é um ponto de encontro da cidade que pulsa vida noite afora.

Ao falar com meu editor, Rodrigo Coube, a indicação da Realejo veio clara. A Helena (Caverna de Cristais) já havia realizado lançamentos no local e também expressou sua opinião favorável.


O interessante foi que, mesmo com as indicações positivas, não deixei de me impressionar com o local: a Realejo me conquistou com sua naturalidade e jeito caseiro.

Nas prateleiras, os livros são expostos com a capa à vista, de modo a nos cercar com seus títulos e imagens, convidando-nos a agarrar um livro e iniciar a leitura ali mesmo.

Nas estantes de centro, as obras são colocadas a esmo. Nada de padrão ou alinhamentos. Dando a sensação de que aqueles livros foram retirados por nós mesmos das estantes que os cercam, por curiosidade ou leitura.

Ao fundo, uma mesinha bem posicionada nos permite relaxar e pedir um café, refrigerante ou água, que pode ser apreciado junto com uma conversa com a simpática e sempre bem disposta equipe da livraria.

Isto se um dos escritores santistas não atravessar a porta para bater um papo. Além da Helena, pude encontrar pessoalmente Daniel Salgado (Contos de Arian), Thiago Cabelo (Papo na Estante), Hanna Liis-Baxter e Renato Arfelli(Anno Domini) e Alexandre Bar (Ilustrador de Lobo Alpha e Código Criatura, de Helena Gomes).

Além de tudo, a livraria ainda oferece oficinas de literatura e leituras de obras para jovens, provando estar ali para algo mais do que vender livros.



O que quero dizer é que guardei aquele local em minha mente, e me entristece saber que aqui, na minha cidade, não tenho nada parecido. A Realejo fica então gravada na minha mente e deixo a promessa de que retornarei um dia.

Bem, agora que vocês compartilharam da minha empatia com o local, podemos falar do lançamento. Admito que estava preocupado. Meu site não apontava muitas visitas de Santos e eu não via muita movimentação a respeito.

Mas, como uma trama bem elaborada, daquelas que nos tira o fôlego antes de seu desfecho, tudo ocorreu perfeitamente bem. Todos os escritores que encontrei compareceram e um bate papo gostoso tomou conta da livraria. Natural e com jeito caseiro. Amigos, leitores meus e as animadas artesãs dos grupos da minha esposa, também encheram o local na medida certa.

Dentre eles, destaco o jovem Moisés, que conheci um dia antes do evento, mas que já me conhecia e muito sabia da minha criação, fato que me deixou muito feliz.

O tempo mais uma vez foi o vilão da história e, cruel, retraiu-se e consumiu vorazmente os minutos daquela noite. E a viagem de retorno, planejada para as 20h30, iniciou-se por volta das 22h00. Jornada que tirei de letra, pois ainda estava com a alma cheia da energia dos vários sorrisos que me cercaram naquele local.


Enfim, mais uma lembrança boa para guardar. Mais um conto para relatar no futuro.

À todos aqueles que compareceram, à Realejo e sua equipe e à Editora Idea, deixo meus sinceros e satisfeitos agradecimentos. Obrigado!


Agradeço também a todos que ajudaram a divulgar:

  • Artesãs Amigas da Pri
  • Comunidades “Escritores de Fantasia” e “Escritor e sua Sinopse”
  • Blogueiro Emanuel
  • Site Homem Nerd


Um Grande Abraço!

Leandro Reis

Dragões de Éter

(Post importado. Data: 14/01/2009)

Saudações,

Para aqueles que esperam encontrar batalhas de dragões, esqueçam. Dragões de Éter trabalha o simbolismo desta palavra, remetendo à força e liberdade dos homens. Cada personagem é um dragão, um ser de força de vontade, que preza por seus princípios e liberdade.
Mesmo assim, a Obra está longe de se afastar do Fantástico. Em uma inteligente re-leitura de conhecidos contos de fada, Raphael nos cativa com referências inesperadas, forçando-nos a lembrar de histórias esquecidas em algum lugar de nossas mentes.
A história é contada por um narrador bem Parcial, que não pensa duas vezes antes de expor suas idéias sobre o que está acontecendo na trama. Às vezes, tal narrador exagera um pouco na dose e deixa o texto cansativo, mas logo entra de volta na trama e prende nossa atenção com afinco. Admito que é necessário passar da página número 100 para se empolgar com a leitura. Mas julgo tal intervalo necessário, pois nestas páginas iniciais, o autor prepara as peças no tabuleiro, para só então mostrar a natureza de seu jogo.
Por fim, a narrativa culmina em uma mensagem ao leitor. Algo que fará algumas pessoas pensarem. Outras não. Aconselho uma pesquisa na Net, no Google mesmo, se você não entender algum termo, como egrégora, ou mesmo éter, isso ajudará na compreensão final.

Um livro que eu indico a leitura por dois motivos:
- O escritor é brasileiro, e vale a pena prestigiar o trabalho nacional (Que não perde em nada para os livros importados);
- Você não verá mais João, Maria (Aqueles da casa de doces) e Chapeuzinho Vermelho com os mesmos olhos…;


Livro: Dragões de Éter
Autor: Raphael Draccon (http://www.raphaeldraccon.com/)
Editora: Planeta
Número de Páginas: 420
Preço Médio: R$ 40,00



Grande Abraço e Ótima Leitura


Leandro Reis

ANNO DOMINI, Inesquecível

(Post importado. Data: 22/08/2008)

Dia 19 de Julho do Ano de Nosso Senhor de 2008,

O local: uma bela mansão no início da Avenida Paulista, tombada em 1985 para ser reformada e tornar-se a Casa das Rosas. Nesta época, servindo como uma galeria de exposições de acervo artístico do estado. Anos se passaram e muito aconteceu, mas foi em 2004 que ela abriu suas portas para transformar-se no que é hoje: Um espaço público destinado à literatura. (Apesar da idéia inicial ser mais voltada à poesia). E foi nesta transformação que o então renomeado “Espaço Haroldo de Campos de Poesia e literatura” (Pois é, ficou Casa das Rosas mesmo. rsrsrs) estava destinado a ser o local de abertura de um portal que levará centenas de pessoas ao nosso passado e a mundos ainda desconhecidos. O portal no formato de um livro. Ao qual chamamos de Anno Domini.

Os organizadores: pessoas sorridentes, de bom humor e esperança incrustada na alma. Guias de guardiões que aguardavam ansiosos por abrir cada um dos portais. O primeiro, de nome Cláudio Brites, cujo primeiro nome provém de Cláudius, um imperador, um líder, e o segundo significa forte, resistente. Somente um líder forte e de resistência poderia organizar algo heróico enquanto sua vida muda com o nascimento de uma criança sua. A segunda, Helena Gomes, cujo primeiro nome significa Luz ou tocha. A luz necessária para nos ajudar a enxergar as linhas imperfeitas em nossas escrituras, durante as noites de escrita, pouco antes de as darmos como finalizadas.

O editor: que nos bastidores chicoteou e passou noites em claro, nos empurrando para lapidar cada vez mais nossa obra. Tornando uma pedra já bela, em algo ainda melhor. Puxando-nos rumo a um resultado fantástico, de arrancar suspiros dos guardiões que tinham algo a contar.

A obra: um trabalho que me trazia desconfianças pela capa, mostrou-se real e a pintura, O triunfo da morte, pareceu transformar-se diante de meus olhos e tudo se encaixou perfeitamente. Aquele livro, que tinha diversos contos maravilhosos, era belo em capa, contra-capa, tamanho e conteúdo. Tudo havia ficado para trás e restara somente ele. O final de um esforço coletivo. O causador de sorrisos e suspiros.

Estes quatro elementos, juntos, me transportaram ao evento que me apresentou um novo mundo.
Imaginei que ficaria acanhado, isolado em um canto, sem saber como agir. Mas logo que cheguei encontrei uma das primeiras pessoas com quem conversei sobre o Domini: A donzela vampira Monica Sicuro. Em poucas palavras, por já termos trocado letras em noites passadas, o local começou a se tornar familiar. Nos conhecemos, ou melhor, reconhecemos, e trocamos nossos primeiros autógrafos. Eu, preocupado no que dizer, escrevi o que não planejei. Mas surgiu ali, a primeira dedicatória de um livro oficial. Então, juntos, adentramos a Casa das Rosas e nos separamos, para encontrarmos com outros companheiros. Companheiros que eu também já havia conversado em poucas ocasiões.
E aos poucos, aquele medo de ser uma figura em preto e branco passou, e percebi que estava no meio de amigos conhecidos. Guardiões de outros mundos. Escritores iniciantes e experientes, juntos em uma só idéia. Harmoniosos. Estávamos à vontade, os portais estavam abertos e os outros mundos, dentre eles o nosso em sua era mais sombria, vinham à tona cada vez que o livro era aberto. Era nossa noite e nos divertimos.

Das 17h30 às 21h00, o tempo passou como um raio, cortando-nos com euforia e satisfação. Pouco foi dito uns aos outros, mas sabíamos que era apenas um início. Pois estava feito. Cada um levara um pedacinho do outro para casa. Cada um tinha uma chave para cada portal. Guardiões de um só mundo tornaram-se os detentores do conhecimento de vários.
Nos despedimos saudosos, ansiosos por experimentarmos mais um pouco daquela euforia que se esvaíra tão rapidamente. Mas levamos para casa nossa nova missão: Mostrar aos outros, cada um dos novos mundos e suas histórias.


Abrir os portais e revelar nossas mentes. Foi uma experiência inesquecível. Obrigado a todos os participantes e apoiadores por se tornarem parte de minha história e permitir que eu me tornasse parte das suas.


Grande Abraço e Muito Sucesso!


Leandro Reis


O Escritor e Sua Missão

(Post importado. Data: 18/05/2008)

Saudações,

Tenho visto em sites e blogs que muitos escritores chegam a um momento que formam uma opinião sobre sua missão, a ideologia por trás de seu trabalho. Bem, achei que seria uma boa idéia expressar minha opinião a respeito do assunto.


Existem autores que procuram a “mina de ouro” encontrada por J.K.Rowling (Harry Potter) e tantos outros autores de sucesso. Em sua maioria são autores iniciantes, bem otimistas, cheios de esperança e que ainda não fizeram um bom estudo sobre venda de livros e lucros de autores (Uma nota importante: Estou restringindo os comentários ao cenário nacional e expresso somente meu ponto de vista). Existe sim, esta possibilidade, mas é para pouquíssimos.

Temos também aqueles que sonham em ter sua história publicada, exposta em uma bela prateleira na Siciliano, na Saraiva, FNAC e nos maiores sites de venda do país.

Bem, devo dizer que os dois itens acima são desejados por qualquer escritor. Dinheiro e reconhecimento são expectativas básicas em qualquer profissão existente.


Mas também acredito que a nossa escolha de sermos escritores, traz algo mais. Um amigo meu não cansa de repetir a frase de um livro infantil: “Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas” (retirada do livro O Pequeno Príncipe, de Exupéry). E acredito piamente que isto se aplique a qualquer forma de criação que leve formas de pensamentos, fantasiosas ou não, a um público. Os melhores exemplos disto são a música e a literatura. Porém, vamos nos ater somente à escrita.


Nesta forma de comunicação, levamos ao leitor uma mensagem, um sentimento. O leitor é então modelado em sua alma durante a leitura e “sintonizado” exatamente na emoção que o autor deseja reproduzir. Temos a capacidade de fazer o leitor sofrer, temer, amar ou sorrir, levando a ele as emoções que escolhermos. E permito-me ir além e dizer que este sentimento perdura por um tempo após o livro ser fechado. O leitor estará então com o humor renovado, ou adiará ao máximo antes de apagar a luz, ou ainda, se sentirá mais incomodado ao ver uma cena cruel na TV.


Parece um poder e tanto não é? Talvez, para dar emoção a este texto, eu esteja exagerando. Talvez, se você é um leitor, já tenha identificado nestas linhas o que nós, escritores, podemos fazer.


Neste momento, volto ao tema. Providos de tal poder, qual seria a nossa missão? Eu gosto de acreditar que nosso dom em transmitir emoções por meras folhas de papel ou monitores de computador serve para ensinar lições e auxiliar no desenvolvimento do próximo. Isto é possível. Através de nossas mãos é possível alegrar uma pessoa deprimida, ou levar esperança a alguém desanimado, conscientizar o indiferente.

Se o escritor tem uma missão, ela é essa, senhores. Seja no estilo que for. Melhorar o mundo de alguma forma, leitor por leitor, palavra por palavra. Pensem nisso ao escreverem, cumpram suas missões e façam por merecer seus dons. Pois vocês são responsáveis pelos que cativam…

Grande Abraço,

Leandro Reis

Microcontos

(Post importado. Data: 03/05/2008)
Saudações,

Como havia prometido, vamos falar um pouco sobre micro-contos. Sei que foge um pouco da proposta do site e blog, mas pelos deuses, é escrita! E, se serei um escritor, então devo degustar esta categoria interessante. E você, espero, no papel de leitor pode compartilhar de tal experiência comigo.

Vistos por mim, pela primeira vez, na comunidade do Orkut “Concurso de Micro-Contos”, inicialmente, admito, não gostei nem um pouco desta forma de expressão. Textos curtíssimos quando muito com cinco linhas que dificilmente faziam sentido. Porém, aos poucos entendi o espírito da coisa e logo me vi fascinado por eles.

O microconto, por ser muito simples requer muita habilidade e imaginação para se tornar um texto bom. Imaginem contar uma história cativante com tão pouco espaço. Pois bem, primeiramente, para atingir isso é necessário abstração. Deve-se olhar o texto e lê-lo com atenção, procurando encontrar as dicas que o autor irá deixar para a interpretação do contexto do conto.

Por ser curto, é fácil de escrever. E devido a isso, muitos trabalhos são simples e sem graça. Também tem autores que puxam o micro-conto para o lado cômico, acabando por fazer uma piada ao invés de contar uma história. Mas é nos bons micro-contos que está a excelência desta categoria de escrita. Frutos únicos, colhidos em meio a safras para que o leitor atento possa saboreá-los.

E foi experimentando estes frutos únicos, de argumentos bem elaborados, que me fascinei pelos “contos expressos”, e passei a escrevê-los também. Aproveitando o sucesso que a categoria fez no orkut, a editora Andross publicou o livro Expresso 600 reunindo uma seleção respeitável e ainda estará lançando outro livro que possui o mesmo tema, de nome Entrelinhas dia 35 de maio.

Bem, melhor que continuar a tentar descrevê-los é mostrá-los. Eu gostaria de colocar aqui o primeiro que li e considerei bom, mas infelizmente não consegui encontrá-lo. Também não vou tirar nenhum conto dos sites e comunidades para não ferir direitos intelectuais, logo, vocês terão que se conformar com três de autoria deste principiante na arte de dizer muito escrevendo pouco. Mas, se o sabor os fascinar, basta uma simples pesquisa para encontrar outras amostras na vasta web.

Exemplos de alguns microcontos que escrevi:

Título: Manias.

O monitor tomou o lugar do papel, o teclado substituiu a máquina de escrever, o backspace aposentou o corretivo.
Ao revoltar-se com seu parágrafo mal escrito, o autor o imprimiu, amassou-o e jogou por cima dos ombros. Tempos modernos, velhos costumes.


Título: Pais.

Os pais cercaram a filha, que chorava sobre dois cadáveres, e tentaram protegê-la como podiam. Sentiam-se impotentes em meio àquele tiroteio. As balas perfuraram o carro passando à poucos centímetros da pequenina mas não a acertaram. Quando o caos dissipou, eles afastaram-se e a encararam, saudosos. Por fim viraram para o anjo que os aguardava e concordaram em partir.


Título: Cotidiano em 2108

Observava a lua ansioso. Levou o dedo para trás da orelha e pressionou o implante para acionar o celular. Quando atenderam, falou rápido para economizar: “Mãe, Feliz Aniversário! Chego aí amanhã”.
Ela agradeceu e prometeu cozinhar seu prato predileto. Da janela, admirando saudosa o belo globo azul, arrependia-se de ter comprado o apartamento naquele fim de mundo.


Título: Vingança

Os outros deuses o humilharam, derrotando-o com seus poderes e aprisionando-o no vácuo. Agora havia escapado e, furtivo, invadira a Morada do Tempo. Assassinou cada um dos guardas e até Chronos, que escrevia o destino, tombou.


Título: Vermelho

Quando não restava mais esperança, o plebeu fez-se herói.

Espalhado em poças no chão, banhando os corpos sem vida, brilhante nas labaredas das casas, iluminando o céu crepuscular, refletido nas escamas do inimigo alado e, agora, tingindo sua espada gloriosa. A cor de sua dor, o cenário de sua vitória.


Espero que tenham gostado. Não esqueçam de comentar.

Obrigado pela Atenção!
Grande Abraço!

Leandro Reis

Escritores Virtuais

(Post importado. Data: 24/04/2008)
Saudações a todos,

Há alguns meses eu comecei a procurar e me associar a grupos de e-mail e comunidades do Orkut para aprender sobre o mercado literário. Existem muitas listas de discussão e infindáveis comunidades que falam, discutem e praticam o assunto, e foi neste último item que encontrei algo que não esperava.


Uma vez que a internet abre as portas para especialistas e amadores, jogando-os em seguida para uma sala apertada onde irão discutir seus assuntos de interesse, torna-se fácil adquirir e compartilhar conhecimento. É a maravilha desta ferramenta moderna chamada internet. Isto aplica-se a todos os assuntos, mas ganha um tom especial quando falamos de literatura. Afinal, a internet é uma ferramenta de escrita..


Voltando ao foco, uma vez que eu estava nestas listas e comunidades, encontrei a possibilidade de exercitar a escrita, com direito a críticas (amadoras e profissionais) que muito auxiliaram no desenvolvimento do estilo de escrita. Vários grupos e comunidades fazem “concursos” semanais, quinzenais e mensais, incentivando os internautas a escreverem. Em muitos deles o prêmio é o reconhecimento e aprendizado, em alguns pode-se até encontrar oportunidades de divulgação.


Um dos exercícios que mais gosto e, parece-me, ser um dos que faz mais sucesso, é o de Micro-Contos. Textos que não ultrapassam 500 caracteres, contando espaços. As regras sobre eles variam bastante, alguns pedem 50 palavras, outros somente 200 caracteres. Mas, no final resume-se a: Dizer o máximo com menos letras possível. (Escreverei mais detalhadamente sobre micro-contos em breve)


Outro grupo, bastante comum, é o de mini-contos, textos com aproximadamente 500 palavras, ou 3000 a 3500 caracteres. Um excelente exercício de redação, onde podemos compartilhar ideias e elaborar conceitos que não caberiam em um texto muito curto.
Por fim, se procurar bem, consegue-se ainda encontrar listas direcionadas para Contos. Algumas inclusive, utilizando sabiamente um conceito de pirâmide para avaliar contos disponibilizados nas listas. Como funciona? Você avalia três textos de autores que expuseram seus trabalhos ali e ganha o direito de expor um trabalho para avaliação. Uma iniciativa muito criativa que parece ter se espalhado por vários cantos da web.


Enfim, se você gosta de escrever (ou é maníaco-compulsivo em leitura) a internet é uma ferramenta que deve ser explorada, pois pode ser muito útil para aprendizado e exposição de trabalhos.

Existem inúmeras comunidades e listas, basta procurar no Yahoo ou no orkut.
Segue alguns exemplos de Comunidades, Listas e Sites:

Comunidades:
(Micro-contos) Concurso Micro-Conto
(Mini-Contos) O Escritor e sua Sinopse
(Contos) Anno Domini

Listas:
Sou Escritor
Fábrica dos Sonhos

Grande Abraço!

Leandro Reis