13 de mai de 2009

RECOMPENSA

(Post importado. Data: 26/10/2008)

Saudações,

Quando iniciamos um projeto, visamos algo. Olhamos além e imaginamos seu resultado. Formamos, em nossas mentes, uma expectativa que passamos a desejar. E então o sonho surge e nós, mesmo nos julgando ingênuos, começamos a lutar para que ele se concretize.

Como em todo projeto, o livro “Filhos de Galagah” começou com conversas e uma inspiração momentânea. A história já estava pronta, admito, mas trancada em minha cabeça, como várias outras.

E um capítulo foi escrito. Depois outro, e mais outro. Um grande amigo, passou a lê-los, capítulo a capítulo, opinando severamente, como poucos amigos tem coragem de fazer. Era o chicote me obrigando a melhorar. Por outro lado, minha esposa emocionava-se com as palavras escritas e tratava de erguer minha moral, fazendo-se de apoio quando eu precisava. E quando percebemos, ele estava pronto. Eu havia escrito um livro.

O objetivo, o sonho, era levar aquela história ao mundo. Muito se passou e muitas pessoas colaboraram, cada um do seu jeito, cada qual com seu valor e um protótipo surgiu. Deixei meu livro, meu sonho, nas mãos de conhecidos e desconhecidos. Pessoas dispostas a ajudar sem esperar algo em troca. Deixei com eles este “portal” para minha mente, e pedi uma única coisa: Que fossem sinceros.

Aos que leram e apresentaram suas criticas, eu só tenho a agradecer. Vocês me ajudaram a construir esta obra. Enfim, comecei o árduo processo de contato com as Editoras. As expectativas eram baixas e os depoimentos dos amigos escritores, que o mesmo faziam, não me animava.

Mas, um navio surgiu no horizonte, comandado por um navegador de mares bravios de nome Cláudio Villa. Encontrei seu diário e ele, narrava sua jornada árdua pelo caminho que eu queria trilhar. E isso me orientou. Uma bússola valiosa, em um mar agitado, que engole muitos, dia após dia. Eu muito devo a este marinheiro.

Também encontrei, por meio de um livro na minha própria estante, a guardiã de uma caverna de cristais, cheia de conhecimento, boa vontade e simpatia. Seu nome era Helena Gomes (E Helena significa luz, já sabia eu, que tinha uma personagem com mesmo nome em meu livro), e quando respondeu meu e-mail, uma amizade começou. Sua luz também me guiou, me incentivando, auxiliando e, às vezes, corrigindo. Mas seu maior feito foi me apresentar a animada Carminha. Muito devo a esta grande amiga que, sem conhecer-me, estendeu a mão e me puxou para um caminho que levaria ao que tenho a contar hoje.

Chegamos até a Carminha, grande moça que desconheço o rosto, exceto pela imagem de amazona que seu MSN exibe. E ela, sem pretensão, deixou meu original com o Sr. Rodrigo Coube, diretor da Idea editora.

Foram meses de espera. Uma sensação que me lembrou a subida lenta de uma montanha russa. E veio sua resposta. POSITIVA. E o sonho tornou-se real. O objetivo alcançado. A recompensa foi dada. Fruto de anos de esforço, materializando-se em folhas de papel.

Hoje acordo e me vejo no meio da montanha russa. Veloz como um raio, rumando para o dia derradeiro, em que o livro estará nas livrarias e eu poderei sorrir satisfeito, ao ver que muitos poderão desfrutar daquele sonho, daquela história que escrevi com tanto carinho.

Em dezembro, meus amigos… Em dezembro, vocês poderão conhecer a história da inabalável Galatea, da misteriosa Iallanara, do valente Sephiros e do irrepreensível Gawyn.

Eu os convido a comemorar esta saborosa recompensa comigo. E a torcer por seu sucesso e continuidade.

Grande Abraço!

Leandro “Radrak”

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